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Patéticos e dementes

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  Os patéticos e dementes líderes europeus reúnem-se na Ucrânia para, mais uma vez, lamber o rabo do palhaço e continuarem a alimentar a guerra. Mas esqueceram-se de que o chefe já lhes tirou o tapete e, como os vassalos não decidem ponta de corno, o que esses dementes continuam a fazer é simplesmente figuras tristes e lamentáveis, obviamente, com o dinheiro dos europeus. Claro que ainda contam com a cobertura dos  media  de lixo mainstream, até ver. Que asco que toda esta gente me mete!

Quem com canalha se deita, mijado se levanta!

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  Os dementes e patéticos líderes europeus vassalos do império estadunidense, bem como os media lixo mainstream que não fazem outra coisa que não seja propaganda desse mesmo império e dos seus interesses, sentem-se perdidos e humilhados, como os cães quando são abandonados pelo seu dono, agora que o monstro lá do império, por razões meramente táticas e estratégicas, se prepara para tirar o tapete ao palhaço da Ucrânia e dar as mãos ao autocrata Putin, totalmente à margem da Ucrânia e dos seus vassalos europeus. E mais, o monstro, ao contrário dos seus antecessores, não usa mascara e diz claramente ao vem, prepara-se para exigir aos seus vassalos europeus que gastem 5% do PIB em armamento, armamento que na sua maioria será adquirido ao império, claro. Perante isto, o que farão os nossos fabulosos líderes?

Em frente até ao colapso

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Grandes cadeias transnacionais de distribuição continuam a abrir novos espaços de venda por todo o país, num apelo inaceitável ao hiperconsumo inútil e predatório, num contexto planetário de colapso ambiental. Por isso, quando os hipócritas e dementes dirigentes políticos que licenciam estes espaços enchem a boca com discursos ambientalistas, só me apetece partir-lhes as trombas por tamanha desfaçatez. Mas enfim, quem quer saber disso?!

A Caverna europeia

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O equívoco dos europeus é pensarem que as direitas trumpistas, truculentas, fascistas, xenófobas, hipócritas, reacionárias e demagógicas resolverão algum dos problemas da Europa de hoje. Não, não resolverão qualquer problema, porque todas elas são cúmplices do “status quo” e jamais atacarão o neoliberalismo e a financeirização que estrutura desde há décadas a Europa e que a levou à profunda decadência económica, social e moral, que a pandemia, a guerra da Ucrânia e o genocídio dos palestinianos em Gaza, pôs a claro para quem quiser ver. De facto, os atuais poderes europeus, totalmente servis dos interesses estadunidenses, perderam todo o sentido de realidade, de serenidade, de responsabilidade e credibilidade. É uma hecatombe moral sem precedentes, que está a acelerar a decadência da Europa, mas o antidoto para combater esta hecatombe não está nas direitas, tenham elas o rótulo que tiverem. Os povos europeus precisam de uma Europa pacifista, ecologista e mais solidária, virada para...

MAIS DESTA EUROPA NÃO!

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  A narrativa dominante insiste na extrema importância destas eleições europeias, alegando a necessidade de "mais Europa". No entanto, não nos enganemos: o que os povos da Europa precisam não é de  mais desta Europa , mas sim de  outra Europa . Uma Europa diferente, pacifista, ecologista e solidária, voltada para o bem-estar dos cidadãos; uma Europa que não seja servil aos interesses do império norte-americano e da sua máquina de guerra; uma Europa que não seja refém da alta finança e dos seus interesses obscuros; uma Europa que coloque ordem nas grandes corporações transnacionais, que dominam cada vez mais os povos como se fossem feudos modernos; uma Europa que não seja hipócrita, condenando e sancionando crimes de uns enquanto é conivente e cúmplice de genocídios e atrocidades cometidos por outros. Sim,  uma outra Europa é necessária , mas não será possível com os mesmos que a têm vindo a destruir, sustentados pelo modelo neoliberal que a estrutura há décadas. ...

O lamentável tratamento noticioso desta infame guerra

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  A pandemia já não existe, a vacinação já não tem qualquer importância, a seca desapareceu, a inflação é ignorada, a crise energética já não é relevante. Na verdade, nada mais parece existir além da guerra que trouxe tragédia ao povo ucraniano, ocupando duas horas ou mais dos telejornais das televisões generalistas portuguesas. No entanto, ao contrário do que seria desejável, a duração excessiva dos telejornais não se traduz em mais ou melhor informação. Pouco ficamos a saber sobre os motivos que desencadearam esta maldita guerra e, pior ainda, sobre o seu desenrolar. Hoje, sabemos pouco mais do que já sabíamos ontem. Além do tema monotemático que domina os noticiários, que pouco acrescenta ao nosso conhecimento, o pensamento monolítico e de sentido único é uma regra inquebrável. Para os telejornais e seus comentadores, a geopolítica e geoestratégia imperial e criminosa são práticas exclusivas do regime despótico de Putin. A superioridade moral do Ocidente (ou melhor, dos EUA)...

Os telejornais portugueses: um desabafo reiterado

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  Os telejornais das televisões portuguesas transformaram-se em autênticas mistelas de notícias que causam asco e, cada vez mais, provocam náuseas. Estes vomitados noticiosos, que hoje ocupam mais de uma hora e, não raras vezes, uma hora e meia ou mais, são um amontoado desorganizado onde tudo cabe: desde a grande política à micropolítica; desde as grandes tragédias mundiais aos pequenos dramas domésticos; desde a fofoca internacional até à bisbilhotice local; desde a publicidade disfarçada até à declarada, passando pela telenovela das 10… tudo misturado sem critério ou ordem, num lixo informativo em doses industriais que nada acrescentam, mas contribuem, e muito, para a agonia do jornalismo sério e competente. Quando o assunto é considerado relevante, pelo menos na opinião dos chefes de redação, que se copiam uns aos outros, é explorado até à exaustão. Diretos que nada informam, comentários de comentadores de serviço (muitas vezes propositadamente misturados com o corpo da not...