Cúmplices no Sangue
O Estado fascista, racista,
criminoso e genocida de Israel continua a chacinar impiedosamente crianças,
mulheres e idosos, com o apoio activo — ou o silêncio cúmplice — de europeus e
norte-americanos.
Sinto o mais profundo nojo e repulsa pelas elites e dirigentes portugueses e europeus, cuja cobardia e cumplicidade perante o genocídio do povo palestiniano em Gaza são absolutamente vergonhosas. Toda a classe dirigente do centrão, da direita e das extremas-direitas é cúmplice. Hipócritas, cobardes, imorais — causam-me asco sempre que abrem a boca para falar em direitos humanos, democracia ou valores humanistas. Só dá vontade de vomitar.
Os media mainstream — esse lixo
disfarçado de informação — e a maioria dos seus comentadores e fazedores de
opinião também não escapam. Continuam a normalizar, relativizar ou até
justificar este genocídio às escâncaras. Alguns fazem-no descaradamente, outros
com verniz de imparcialidade, mas quase nunca ousam condenar frontalmente o
Estado de Israel e os seus dirigentes criminosos.
Com a Rússia, a condenação foi
imediata, primária, sem nuances. Com Israel, reina o calculismo, a hipocrisia e
o duplo padrão moral.
Já não há perdão possível para
estes cúmplices de um crime hediondo. Estes dirigentes, media e elites, ao
pactuarem com o genocídio, destroem o que resta de democracia, de dignidade e
de humanidade na Europa de hoje. A sua credibilidade está moribunda — e com
razão.

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