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A mostrar mensagens de agosto, 2025

Toda a gente sabe. Toda a gente tem conhecimento.

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O Estado de Israel, governado por um regime fascista, racista, criminoso e genocida, está a cometer o maior e mais hediondo crime contra a humanidade desde a Segunda Guerra Mundial. E este crime é cometido com a cumplicidade ativa de muitos e o silêncio cúmplice de quase todos. Não existe ignorância inocente. Não existe “neutralidade” possível. A omissão, neste contexto, é colaboração. Nenhum órgão de comunicação social poderá, no futuro, afirmar em consciência que não sabia. Nenhum jornalista poderá, no futuro, afirmar em consciência que não sabia. Nenhum comentador, analista ou influenciador poderá, no futuro, afirmar em consciência que não sabia. Nenhum líder europeu — atual ou das últimas décadas — poderá, em consciência, afirmar no futuro que não sabia. Nenhum eleito local, nacional ou europeu poderá, no futuro, afirmar em consciência que não sabia. Nenhum israelita poderá, em consciência, afirmar no futuro que não sabia. Em Portugal, não me esqueço — e não esquecerei ...

A Traição da Europa: Como o Neoliberalismo Corrompeu o Continente por Dentro

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A Europa contemporânea é o palco de uma profunda e visível decadência económica, social e moral. Este declínio não é um acidente histórico, mas o resultado direto de décadas de políticas neoliberais, implementadas ironicamente por muitas das mesmas forças partidárias que, outrora, se apresentavam como as guardiãs da social-democracia. O legado do pós-guerra, assente no Estado Social e na dignidade do trabalho, foi traído, esvaziado de conteúdo e transformado num mero instrumento da globalização predatória, ao serviço da alta finança e das corporações transnacionais. As Raízes Históricas do Neoliberalismo e a sua Imposição à Europa Para compreender a situação atual, é crucial recuar às origens ideológicas do neoliberalismo. Nascido nas décadas de 1930 e 1940, em círculos intelectuais como a Sociedade Mont Pelerin, e com teóricos como Friedrich Hayek e Milton Friedman, o neoliberalismo era uma reação radical ao consenso keynesiano e ao Estado Social. A sua doutrina era simples: o mercado...

A Cumplicidade Ocidental no Genocídio Palestiniano: A Podridão Moral dos Nossos Dias

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É de uma náusea visceral, dessa que corrói a alma, assistir à forma cobarde como os  media  mainstream normalizam, banalizam e maquilham as monstruosidades que Israel comete diariamente contra o povo palestiniano em Gaza e na Cisjordânia. Que asco profundo, que revolta inescapável, quando os mesmos canais que se vendem como arautos da verdade reduzem um  genocídio  a um eufemismo: "guerra Israel-Hamas". Que nojo repugnante quando chamam "Forças de Defesa" a estes criminosos que massacram crianças, destroem hospitais e apagam famílias inteiras do mapa, enquanto exibem, cinicamente, as imagens dos seus próprios crimes. Mas a hipocrisia atinge o seu auge quando as elites europeias, esses burocratas de traje fino e moral podre, discursam sobre "valores humanistas" e "civilização ocidental" enquanto assinam cheques em sangue palestiniano. São cúmplices.  Cúmplices conscientes . E quem compactua com um genocídio, seja por ação, omissão ou retórica env...

A Falência Moral da Europa ao Lado dos Monstros Mais Hediondos do Nosso Tempo

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O Estado de Israel, fascista, racista, criminoso e abertamente genocida, está a perpetrar o mais horrendo crime contra a humanidade desde a Segunda Guerra Mundial. Fá-lo com a cumplicidade ativa de muitos e o silêncio cúmplice de quase todos. A desumanização do povo palestiniano é hoje um projeto consumado. Na mente dos israelitas — com raras e honrosas exceções — moldada por décadas de propaganda, supremacia teológica e excecionalismo político, não existem civis em Gaza. Como afirmou o próprio Presidente de Israel, Isaac Herzog, "há uma nação inteira que é responsável". Resultado: mulheres, crianças e até bebés são rotulados como "terroristas", cujo extermínio não só é legitimado como celebrado. A monstruosidade dos atos cometidos por Israel contra o povo palestiniano em Gaza e na Cisjordânia ultrapassa qualquer medida de civilização ou humanidade. São crimes inqualificáveis, indesculpáveis, cometidos às claras, em tempo real, perante os olhos do mundo, com o supor...

ISRAEL: A BANALIZAÇÃO DO MAL COMO PROJETO NACIONAL

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O problema de Israel transcende, em muito, a figura monstruosa de Benjamin Netanyahu. Embora ele seja um dos expoentes mais vis do que a humanidade pode produzir de pior, a sua ascensão e manutenção no poder não são um acidente, mas a consequência direta da vontade de uma esmagadora maioria da sociedade israelita. Netanyahu é a engrenagem, não o motor. O motor é um projeto nacional de supremacismo, profundamente entranhado na psique coletiva, que hoje culmina num genocídio televisionado e esmagadoramente apoiado pela sua população. A desumanização do palestiniano é um projeto concluído com sucesso: nas suas mentes, formatadas por décadas de propaganda e um sentimento de excecionalismo teológico-político, não existem civis em Gaza. Como afirmou o seu próprio Presidente, Isaac Herzog, existe "uma nação inteira que é responsável". Assim, mulheres, crianças e até bebés são classificados como "terroristas", cujo extermínio é não só justificado, como necessário. O Apo...