Toda a gente sabe. Toda a gente tem conhecimento.
O Estado de Israel, governado por um regime fascista, racista, criminoso e genocida, está a cometer o maior e mais hediondo crime contra a humanidade desde a Segunda Guerra Mundial. E este crime é cometido com a cumplicidade ativa de muitos e o silêncio cúmplice de quase todos. Não existe ignorância inocente. Não existe “neutralidade” possível. A omissão, neste contexto, é colaboração. Nenhum órgão de comunicação social poderá, no futuro, afirmar em consciência que não sabia. Nenhum jornalista poderá, no futuro, afirmar em consciência que não sabia. Nenhum comentador, analista ou influenciador poderá, no futuro, afirmar em consciência que não sabia. Nenhum líder europeu — atual ou das últimas décadas — poderá, em consciência, afirmar no futuro que não sabia. Nenhum eleito local, nacional ou europeu poderá, no futuro, afirmar em consciência que não sabia. Nenhum israelita poderá, em consciência, afirmar no futuro que não sabia. Em Portugal, não me esqueço — e não esquecerei ...