A Etnocracia Sionista: Genocídio em Gaza, Crimes na Cisjordânia e a Cumplicidade Hipócrita Global
O regime sionista de Israel, essa entidade racista, criminosa
e genocida, persiste na sua barbárie implacável contra o povo palestiniano em Gaza
e na Cisjordânia, mesmo após quaisquer pretensos "acordos de paz" que
sirvam apenas de cortina de fumo para os seus atos hediondos. Benjamin
Netanyahu, esse infame criminoso de guerra, fabrica violações do cessar-fogo
por parte do Hamas como pretexto conveniente para perpetuar o massacre
sistemático de palestinos inocentes e o roubo descarado das suas terras
ancestrais. Não são meras alegações, são factos irrefutáveis, comprovados por
relatórios internacionais, testemunhos oculares e evidências incontestáveis: o
Estado sionista comete genocídio em Gaza, bombardeando civis, destruindo
hospitais, escolas e infraestruturas essenciais, matando milhares de crianças,
mulheres e idosos num holocausto moderno que envergonha a humanidade. É um
Estado segregacionista por excelência, que nega direitos iguais a árabes e
judeus, confinando milhões de palestinos a guetos de miséria, sem cidadania,
sem voto, sem dignidade, enquanto privilegia etnicamente os judeus em leis
discriminatórias como a Lei do Estado-Nação de 2018, que consagra o apartheid
como doutrina oficial.
Israel arroga-se o título de "única democracia do Médio
Oriente", mas essa é uma mentira grotesca, uma fachada cínica para ocultar
a sua verdadeira natureza: uma etnocracia de cariz liberal, onde instituições
plurais e eleições servem apenas para mascarar uma estrutura de dominação
étnica que inferioriza sistematicamente os palestinos. Nessa pseudodemocracia,
a igualdade é uma ilusão reservada aos judeus, enquanto os árabes, dentro ou
fora das fronteiras de 1967, enfrentam discriminação institucionalizada no
acesso à educação, saúde, emprego e justiça. Milhões vivem sob ocupação militar
brutal, sem direitos políticos plenos, com mobilidade controlada por
checkpoints humilhantes e muros de segregação que rivalizam com os piores
regimes da história. A "democracia" israelita é seletiva,
etnocêntrica e opressora: um regime onde o valor de uma vida depende da etnia,
e onde a violência estatal é justificada como "autodefesa" contra um
povo desarmado e subjugado.
Nesse contexto de etnocracia voraz, os colonatos ilegais na
Cisjordânia emergem como o epicentro dos crimes sionistas, um projeto
colonialista que viola flagrantemente o direito internacional há décadas. Os
colonos israelitas, fanáticos armados e protegidos pelo exército sionista,
cometem atrocidades diárias contra comunidades palestinas: confiscam terras
agrícolas férteis, arrancam oliveiras centenárias que sustentam famílias
inteiras, destroem colheitas com venenos ou fogo, atacam aldeias com pedras,
balas e incêndios criminosos, e expulsam famílias das suas casas sob o pretexto
de "segurança". Esses não são atos isolados de extremistas; são
políticas estatais orquestradas, com o governo israelita a aprovar milhares de
novas unidades de colonatos anualmente, fragmentando o território palestino em
bantustões isolados, impossibilitando qualquer Estado viável. Relatórios da
ONU, da Amnistia Internacional e da Human Rights Watch documentam esses
crimes: pogroms contra aldeias como Huwara, demolições de
casas em massa, assassinatos impunes de agricultores e pastores. Os colonos,
incentivados por subsídios estatais e imunidade legal, agem como milícias
paramilitares, consolidando a expansão territorial sionista enquanto o mundo
assiste passivamente.
O povo palestino, martirizado há mais de sete décadas pela
barbárie israelita, resiste praticamente sozinho, sem apoios substanciais de
uma comunidade internacional covarde e cúmplice. Desde a Nakba de 1948,
passando pelas guerras de 1967 e 1973, até às intifadas e aos bombardeamentos
incessantes em Gaza, os palestinos enfrentam um inimigo tecnologicamente
superior, financiado por milhares de milhões de dólares em ajuda militar dos
EUA e da Europa. É o crime contra a humanidade mais grave, tendo em conta a
escala, desde a Segunda Guerra Mundial, não pela linguagem dura de quem o
denuncia, mas pela realidade sangrenta de um povo sendo exterminado
sistematicamente. E não confundamos: o sionismo não é sinónimo de judaísmo; é
um movimento político colonialista, racista e expansionista, fundado no século
XIX por ideólogos como Theodor Herzl, que usa o antissemitismo histórico como
escudo para se vitimizar e calar críticas. Os sionistas exploram essa falácia
para rotular qualquer oposição como "ódio aos judeus", uma tática
manipuladora que não pode ser tolerada.
Nesse teatro de absurdos, o chamado "plano de paz"
de Trump revela-se como a farsa suprema, uma operação diplomática cínica
projetada para legitimar o roubo de terras e eternizar a subjugação palestina.
Trump, esse charlatão narcisista aliado aos interesses sionistas, apresentou um
"acordo" que ignora por completo os direitos palestinianos: anexa o
Vale do Jordão e vastas porções da Cisjordânia aos colonatos ilegais, reconhece
Jerusalém como capital indivisível de Israel, nega o direito de retorno aos
refugiados da Nakba e oferece aos palestinos um "Estado" fragmentado,
desmilitarizado e economicamente dependente — basicamente, uma prisão a céu
aberto disfarçada de autonomia. Não é um plano de paz; é um ultimato colonial,
redigido sem qualquer consulta aos palestinos, endossado por Netanyahu e
financiadores sionistas como Sheldon Adelson. Trump, com a sua arrogância
imperial, transformou violações internacionais em "facto consumado",
recompensando os criminosos sionistas pelos seus massacres em Gaza (onde Israel
bombardeia civis com impunidade) e na Cisjordânia (onde colonos lincham
palestinos sem consequência). Essa farsa não promoveu paz; apenas acelerou a
anexação, incentivando mais violência sionista.
Não poupemos os cúmplices hipócritas europeus, esses fariseus
da diplomacia que se arrogam defensores dos direitos humanos enquanto armam e
protegem o regime sionista. A União Europeia, com a sua retórica vazia sobre
"solução de dois Estados", continua a importar produtos dos colonatos
ilegais, oferece acordos comerciais preferenciais a Israel e bloqueia
resoluções da ONU que condenam o apartheid. Países como a Alemanha, obcecada
pela sua culpa histórica do Holocausto, criminalizam o movimento BDS (Boicote,
Desinvestimento e Sanções) e silenciam vozes pró-palestinianas, confundindo
antissionismo com antissemitismo para justificar a sua cumplicidade. A França,
o Reino Unido e outros vendem armas usadas no genocídio de Gaza, financiando
indiretamente os crimes sionistas enquanto fingem mediação neutra. Essa
hipocrisia europeia é nauseante: falam de valores universais, mas sustentam um
regime que pratica limpeza étnica, ocupação ilegal e segregação racial. Se
essas nações ditas democráticas fossem de facto democráticas e verdadeiras
defensoras dos direitos humanos, seriam coerentes e aplicariam sanções
rigorosas a Israel, cortando todo o financiamento militar, boicotando produtos
dos colonatos e banindo esse Estado de todas as instituições internacionais,
como a ONU, a FIFA, a Eurovisão e os Jogos Olímpicos. Como não o fazem,
revelam-se cúmplices diretos dos crimes de Israel, partilhando a culpa pelo
sangue palestino derramado e perpetuando um sistema de injustiça global que
prioriza interesses geopolíticos e espezinha direitos humanos.
E os media mainstream, esses lacaios
cúmplices ao serviço do sionismo criminoso, merecem igual desprezo. Redes como
a CNN, BBC, New York Times e equivalentes europeus e
portugueses (como a RTP, SIC, TVI…) atuam como megafones da propaganda
israelita, descontextualizando a resistência palestina como
"terrorismo" enquanto descrevem massacres sionistas como
"operações defensivas" ou "conflitos simétricos". A
expansão de colonatos vira "disputa territorial", os pogroms de
colonos são "incidentes isolados", e o genocídio em Gaza é eufemizado
como "escalada de tensões". Esses media, controlados por
interesses corporativos alinhados com lobbies sionistas, ou
simplesmente dirigidos por gente pouco séria ou cúmplice com os crimes de
Israel, fabricam narrativas que invertem vítima e agressor, silenciando vozes
palestinas e amplificando mentiras de Telavive. É um encobrimento sistemático,
uma máquina de desinformação que perpetua a impunidade sionista e anestesia a
opinião pública ocidental.
A verdade é inescapável e incómoda: enquanto o regime
etnocrático sionista persistir, com a sua ocupação colonial, o seu apartheid
codificado e os seus crimes impunes, não haverá paz genuína. Os planos como o
de Trump não são soluções; são tentativas cínicas de normalizar o inaceitável,
de transformar opressão em status quo. O povo palestino merece
justiça, não esmolas; autodeterminação, não subjugação. É hora de desmascarar
os criminosos sionistas, os seus aliados hipócritas e os media coniventes,
e apoiar a luta palestina por liberdade, dignidade e um futuro sem ocupação.

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