Nova "flotilha de Gaza" pirateada e humilhada por forças israelitas ...
O Estado racista, pirata, criminoso e genocida de Israel voltou a atacar a humanidade. Desta vez, assaltou e sequestrou os ativistas da mais recente flotilha de ajuda humanitária com destino à Faixa de Gaza — território que há décadas é vítima da barbárie sistemática e ininterrupta dos criminosos sionistas. Os ativistas capturados pelos terroristas piratas de Israel foram agredidos e humilhados, como esses bandidos sionistas sempre fazem, com requintes de crueldade e desprezo por qualquer norma civilizatória.
Mas o que há de verdadeiramente novo neste ato de pirataria
e terrorismo sionista é a particular ignomínia: o ministro Itamar Ben Gvir —
que é, para ser generoso, um porco fascista — teve a ousadia, a arrogância e a
perversão de divulgar um vídeo onde ele próprio participa das agressões e
humilhações aos ativistas. Um ato verdadeiramente inqualificável, que expõe sem
véus a podridão moral e a essência totalitária dos algozes sionistas.
Entretanto, diante de tamanha evidência do quão monstruosos
são os sionistas israelitas, os hipócritas europeus que os apoiam e sustentam
agora choram lágrimas de crocodilo, condenando o ato. Lágrimas falsas, vazias,
envenenadas pela cumplicidade histórica. O problema — e é grave — é que essas
elites dirigentes europeias, incluindo as portuguesas, não têm qualquer
legitimidade moral ou ética para condenar o que quer que seja. São totalmente
coniventes com os hediondos crimes sionistas. Têm tanto sangue nas mãos quanto
esses monstros de Israel. Financiam, protegem, aplaudem com as portas fechadas
e só abrem a boca quando a pressão popular ou a evidência bruta as envergonha
publicamente.
Que não se façam de inocentes. Que poupem o mundo do seu
teatro moralista. As elites europeias, de Lisboa a Berlim, são cúmplices ativas
deste genocídio continuado. E a sua falsa comoção, agora, é apenas mais uma
mancha no seu já sujo registo histórico.
Como se toda esta situação já não fosse suficientemente
indignante, nauseante e totalmente inaceitável — como se o sequestro, as
agressões e a exibição cínica da violência por um ministro fascista não
bastassem para enojar qualquer ser humano com um mínimo de decência — ainda
assistimos, estarrecidos, a uma grande horda nas redes sociais que, seja por
ignorância crassa, por alienação voluntária ou por pura maldade, louvam os atos
criminosos dos sionistas. Sim, louvam. Não se limitam a silenciar ou a desviar
o olhar: aplaudem, exaltam, justificam. E, como se isso não bastasse, insultam
os ativistas agredidos com as maiores barbaridades, numa demonstração tão
grotesca de falta de empatia e de desumanidade que nos deve obrigar, mais uma
vez, a uma reflexão profunda e dolorosa sobre a falência moral de grande parte
da sociedade contemporânea.
O que vemos é uma decomposição ética assustadora. Pessoas
que, escondidas atrás de perfis anónimos ou mesmo a céu aberto, transformam a
crueldade em entretenimento, o sofrimento alheio em espetáculo e a cumplicidade
com o crime em suposta virtude patriótica ou ideológica. Esta horda digital —
alimentada por desinformação sistemática, por algoritmos que premiam o ódio e
por uma covardia moral sem precedentes — não é um desvio acidental. É o sintoma
mais evidente de uma sociedade que vem normalizando o inaceitável, banalizando
o horror e confundindo cinismo com coragem. Que se envergonhem esses
apologistas do terrorismo sionista. Que se escondam, se ainda resta algum
resquício de vergonha nas suas consciências putrefatas. Porque o tempo em que a
cumplicidade silenciosa ou barulhenta com o genocídio passava impune está a
chegar ao fim. E a história — a verdadeira, a que não se compra com lóbis nem
se apaga com censura — há de colocá-los no mesmo lugar infame que ocupam os
criminosos que aplaudem.

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